Alegrete gera 60 empregos com carteira assinada em abril

Foram 60 novos empregos formais criados na cidade, uma baixa em relação aos 87 postos gerados em março em Alegrete.

Depois de mais de 7 dias de atraso, devido a problema no sistema informatizado do Serpro, o Ministério do Trabalho divulgou na última segunda-feira (6), o balanço do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que revelou uma retração no crescimento da geração de postos de trabalho em abril em Alegrete.

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No acumulado do ano, a cidade criou 258 empregos, com destaque para os 115 postos gerados em fevereiro.

Em abril, o setor de comércio foi o responsável pela maior parte dos postos gerados (85), seguido pelos setor de serviços (49). Já o setor de indústria ficou no negativo (-42 empregos), assim como a agropecuária (-24), e o ramo de construção (-8), setores que contribuíram para o segundo pior mês em geração de empregos do município. No 1º quadrimestre, o município registrou 1.700 admissões e 1.442 desligamentos, o mês de janeiro teve apenas quatro empregos gerados.

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No Rio Grande do Sul, o mês de abril teve a criação de 8.929 empregos, sendo que 5,1 mil são do setor de serviços, 1,9 mil da indústria, 1,9 mil da construção civil e 1,7 mil do comércio.

A agropecuária cortou 1,8 mil empregos, por causa do fim da safra. No acumulado do 1º quadrimestre, são 62,3 mil empregos criados no Estado, com destaque para indústria (30 mil), serviços (25,9 mil), construção civil (4,3 mil) e agropecuária 93,7 mil). Já o comércio está no negativo, com o fechamento de 2.292 empregos.

No país, abril teve a criação de 196,9 mil empregos, enquanto no acumulado de janeiro a abril, são 770 mil postos.

Foto: Eduardo Silveira

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