CAAL, uma gigante do cooperativismo comemora 43 anos no mercado do arroz
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A história da Cooperativa Agroindustrial Alegrete Ltda – CAAL começou oficialmente em três de dezembro de 1977, mas a trajetória da CAAL se confunde com a história do cooperativismo em Alegrete. Em 1949 um grupo de produtores fundou a Cooperativa Arrozeira Alegretense. Algum tempo depois, a Arrozeira Alegretense uniu-se à Cooperativa Orizíc⁰ola Progresso que já havia incorporado a Cooperativa Tritícola.

Finalmente, há 43 anos, foi constituída a Cooperativa Agroindustrial Alegrete Ltda. Em 1999, a CAAL incorporou a Cooperativa Rizícola Santa Terezinha tornando-se a única cooperativa de arroz do município de Alegrete.
Esta história de cooperação e sucesso continua, graças a associados, diretores e funcionários abnegados que acreditam no cooperativismo como força propulsora do desenvolvimento das pessoas e das suas atividades econômicas. Esta é uma história construída a muitas mãos, escrita pelos fundadores que abdicaram dos seus projetos pessoais para fundir ideias e marcas, tornando a CAAL esta importante instituição que é de todos os alegretenses.

 

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Nestas mais de quatro décadas, várias diretorias, muitos conselheiros, centenas de associados e milhares de funcionários deixaram suas marcas estampadas nos milhões de fardos de arroz expedidos Brasil afora.

Milhares de brasileiros cresceram consumindo o arroz produzido pelos associados e arrozeiros que confiaram e continuam confiando na CAAL como instituição cooperativa. Desde o Namorado, marca criada e construída por alegretenses, passando pelo arroz CAAL, um ícone de qualidade que todo alegretense tem como referência, até ao Saboroso, que novamente está levando a tradição da CAAL em produzir e levar o melhor arroz ao mercado nacional, muitas mudanças foram realizadas para alcançar o nível atual de eficiência e qualidade.

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A EVOLUÇÃO

Houve um tempo em que descarregar um caminhão de arroz era uma verdadeira aventura em volta da carroceria, despejando o arroz em casca de forma manual, com vassouras de guanxuma a limpar o entorno das moegas. Hoje, plataformas de recebimento enclausuradas com potentes tombadores tornaram a descarga um trabalho realizado rapidamente, mais seguro e confortável tanto para os caminhoneiros quanto para os trabalhadores.

Antigamente se descarregava um caminhão toco ou no máximo um truck de forma vagarosa; agora o padrão de transporte é carreta, e muitos bitrens que transportam a safra dos associados. Antes levava-se dias para colher uma lavoura, atualmente a tecnologia das colheitadeiras diminuiu em muito o tempo de retirada do arroz dos campos.

Por isso, a Coperativa não parou no tempo. Depois de anos investindo para atualizar e tornar seu parque industrial eficiente e ágil a cooperativa pode afirmar com orgulho que a sua principal atividade que é receber, armazenar, beneficiar e comercializar arroz é feita com muita competência e profissionalismo.
Na área de engenho, beneficiamento e expedição a história se repete. Quem conheceu o engenho da Braz Faraco, o antigo engenho da BR 290 ou a sucateada Santa Terezinha pode levar um susto ao ver a estrutura atual do moderno engenho que beneficia as principais marcas de arroz do Brasil.

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Não à toa, empresas como a Camil Alimentos, Albaruska, Urbano, Pantera Alimentos, Codil, Bunge, entre outras, confiam na empresa alegretense empacotam suas principais marcas de arroz que abastecem as gôndolas de supermercados de todo o Brasil. Além de marcas de terceiros a CAAL não descuida das suas marcas próprias, como o conhecidíssimo arroz CAAL, preferência entre os alegretenses, passando pelo Saboroso que está entrando devagar, mas de forma constante no mercado do centro do país, e o Alegre, uma marca renovada que em breve também estará na mesa dos brasileiros.
Após ser beneficiado por modernas máquinas, o arroz precisa ser devidamente transportado para o cliente. Este é outro setor que sofreu drástica e positiva transformação. Antes exigia muito esforço e demanda de tempo para empacotar, enfardar e carregar os caminhões. Hoje, quase tudo é operado de forma automatizada, inclusive com robôs. Isso agiliza o processo, evita lesões nos trabalhadores e aumenta a produtividade, atendendo prazos e encomendas com precisão e rapidez.

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Passando da produção para o varejo, a CAAL tem o prazer de apresentar à comunidade local e regional o novo e reestruturado Centro Comercial, um verdadeiro shopping do produtor rural, onde o agropecuarista encontra tudo que precisa para a sua produção. O consumidor urbano não foi esquecido e também encontra uma variada linha de produtos pet, bazar bem sortido, pesca e camping, pneus, tintas e ferragem, Agroelétrica para materiais elétricos e hidráulicos pesados, sem contar a tradicional seção de peças que foi o início de toda a história do Centro Comercial.
Um capítulo à parte na história da CAAL é o seu constante cuidado oferecido aos associados na questão técnica. Um quadro profissional preparado e experiente sempre garantiu ao produtor as melhores orientações na condução das lavouras. Com preços competitivos e garantia de oferecer os melhores insumos, esta Unidade tem sido muito importante na afirmação da cooperativa como grande produtora de sementes de arroz de qualidade e o recebimento de milhões de sacas um cereal que atende às necessidades e exigências de um mercado consumidor cada vez mais exigente.

ENERGIA RENOVÁVEL
Em quatro décadas de história,  além da energia humana canalizada através de ideias e esforço físico, a CAAL consome eletricidade quase na sua totalidade proveniente de fontes renováveis. A casca de arroz, de problema ambiental, passou à solução limpa, e o sol hoje é aliado do meio ambiente através da usina solar que abastece duas unidades da cooperativa. A Usina Termoelétrica CAAL é a prova de que se reinventar faz bem para o meio ambiente e para o balanço contábil de uma organização empresarial.
Estas transformações são fruto de muito trabalho, tomadas de decisão no dia a dia da cooperativa e coragem para modificar a estrutura funcional da organização. Melhorias nos processos internos, reengenharia financeira, adequação de pessoal, enxugamento do sistema de gestão e controle severo dos gastos e custos tornaram possível não somente a sobrevivência da instituição em tempos difíceis como uma sensível melhoria em seus indicadores econômicos.

Os diretores José Alberto Pacheco Ramos e Antônio Roberto Mendes Dalcin reconhecem o esforço de todos, agradecendo a confiança dos conselhos, dos associados, dos funcionários, dos clientes, fornecedores e da comunidade alegretense.
Esta história de 43 anos que continua sendo escrita a muitas mãos tem muito ainda a ser contada. Outras diretorias virão, novos gestores, outras gerações de associados e conselheiros ditarão os rumos da CAAL, mas certamente a cooperação e a confiança serão os trilhos que conduzirão a cooperativa no caminho perene do sucesso.

Com informações do Departamento de Marketing da CAAL

 


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