DAER promete para final de julho término da obra na Tiaraju

A obra de pavimentação da Avenida Tiarajú, que iniciou dia 18 de setembro de 2018, tinha a previsão para a conclusão de 180 dias. Estamos em Junho de 2019 e ainda não foi concluída. A pavimentação de 4,6 km desde o Centro Social Urbano vai beneficiar nove bairros da Zona Leste. Porém pouco mais de 1,6 km foi asfaltado. O restante ficou só com nivelamento da via até o trevo de acesso a RS 377 e BR 290.

A paralisação na obra trouxe severos problemas aos moradores daquela área. Com a ação do tempo os buracos voltaram, a estrada e trechos com pedras soltas estão causando danos aos motoristas que trafegam por ali. Pneus furados, aros quebrados e tortos, sem contar acidentes com veículos saindo da pista.

Não bastasse isso tudo, a poeira invadiu residências e o pó causa transtorno aos moradores mais próximo da avenida. O asfalto que chegou até a entrada da Saint Pasteur não resolveu o problema da população que ficou com a obra por metade justamente quando começa a vila.

A reportagem do PAT esteve no local e constatou as dificuldades dos moradores em meio à obra que foi abandonada. O trânsito de veículos pesados e automóveis só cessa à tardinha. Por ali cruzam caminhões, carros e ônibus do transporte coletivo. A iluminação é precária, quanto mais se aproxima do trevo, mais falta faz.

Alguns moradores parecem se acostumar com o descaso de mais uma obra pública inacabada. No entanto, outros reivindicam urgentemente por solução. Até um pequeno protesto foi realizado na semana passada com queima de pneus no meio da avenida como forma de chamar a atenção.

Na semana passada o Governador Eduardo Leita anunciou investimentos em estradas. Em contato com o Engenheiro Paulo, da 9 Superintendência Regional do Daer, o município contará com 7,2 milhões para conservação de estradas já pavimentadas e cerca de 3,5 milhões para execução de novas obras. Quanto ao convênio da Tiaraju, o valor previsto para 2018 não foi atendido totalmente e o saldo do empenho foi estornado.


Conforme o engenheiro o valor foi novamente empenhado e é suficiente para a conclusão do convênio. ” A previsão é concluir o trajeto no final de julho”, assegurou o titular.


O engenheiro explica que quanto ao uso dos recursos, cada contrato ou convênio possui rubricas específicas e os recursos não podem ser usados para outro fim. Sem possibilidade de asfaltamento da RS 566, a manutenção da estrada está dentro de um montante para atender um contrato emergencial de R$ 23,7 milhões, que inclui várias rodovias pavimentadas e não pavimentadas. A expectativa que o recurso seja anunciado ainda nesta semana.

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