Explosão de novos casos e muitos óbitos por Covid inibiram muitas junções e outras irregularidades na madrugada
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Madruga sem registro policial, sem denúncias e de calmaria. Talvez os dados, nas últimas semanas tenham alertado àqueles que ainda não “acreditavam” na importância das medidas sanitárias, dos protocolos e do quanto o contágio em massa pode representar o colapso na saúde, como estamos acompanhando em todo Rio Grande do Sul.

 

Há quase duas semanas na bandeira preta, Alegrete e todo o Estado, têm mais uma(semana) para que, após o dia 21, seja retomada a cogestão e haja flexibilização de algumas restrições impostas pelo risco altíssimo de contágio. Esses dados, talvez, contribuíram para que a madrugada de terça para quarta tenha sido de total “sossego”. Apenas gatos e cães nas ruas. Esse quadro é muito diferente de outros dias em que estava comum, denúncias de aglomerações em residências, festas clandestinas e também o flagrante de pessoas, principalmente numa faixa etária, mais jovem, na rua sem o uso de máscara na madrugada. Na maioria dos casos, eles estavam em grupos e confraternizavam com alguma bebida, por vezes compartilhada. A pneumologista Dra Simone Estivalet, em entrevistas, ainda no ano passado, já havia destacado que nessas situações, esse grupo de pessoas, que na maioria das vezes não é da mesma família, estava levando o vírus para casa e muitas vezes contaminando no mínimo mais uma ou duas pessoas. Neste mês houve registros significativos de famílias inteiras positivadas, desde crianças a idosos.

O registro de calmaria foi confirmado com a Brigada Militar e Polícia Civil.


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