Mulher, em surto psicótico, invade residência e agride violentamente a vizinha

Foi um momento de terror - declara a moradora do bairro Vera Cruz - que teve a casa invadida por uma vizinha que estaria em surto psicótico, na tarde da última terça-feira(12).

A vítima procurou a reportagem para falar sobre o ocorrido, pois acredita que muito mais do que expor a violência gratuita, ela também pode fazer um importante alerta.

De acordo com a jovem, mãe de duas crianças, o caçula é um bebê de 7 meses e a primogênita uma menina de 8 anos. Ela descreve que estava na sala, sentada no sofá e o bebê na frente, brincando. Por volta das 17h, ao ouvir um estrondo no portão, foi verificar o que tinha ocorrido e, ao abrir a porta, a acusada entrou de forma violenta e já a agredindo.

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Foram muitos socos, mordidas e nem sabe ao certo, como foram as agressões diante do pânico e do receio que ela fosse machucar o bebê. “Eu gritava desesperadamente para que ela não machucasse meu filho, pois poderia pisar nele. Lembro do meu pânico, minha filha gritando, aquilo parecia um pesadelo. Ninguém foi nos auxiliar, a mulher chegava espumar pela boca. Mesmo assim, eu tive forças para colocá-la para fora da minha casa. Tenho certeza que foi pelo instinto de mãe”- completa.

A vítima ficou com várias lesões pelo corpo e rosto. Ela ressalta que nunca havia conversado com a vizinha e também, jamais iria imaginar que ela poderia invadir a sua casa e cometer uma violência como essa. Depois de conseguir colocá-la para fora da casa, acionou a Brigada Militar. A acusado foi levada pelo Samu à Santa Casa com a informação de que estaria em surto psicótico. “Ela reside com o esposo, que não fez nada. Não entendo o motivo, apenas sei que a partir de agora, preciso de um acompanhamento psicológico principalmente para minha filha que está em choque, pânico e amedrontada. Foi um pesadelo o que vivi naquela tarde.” – considera.

A dona de casa fez registro e passou por exame de corpo delito em razão dos ferimentos no corpo e rosto. Ela cita que decidiu procurar a reportagem pelo perigo que passou com duas crianças dentro de casa, em um dia que era para ser só alegria, comemorar o dia da criança com os pequenos que são seus maiores tesouros. “Fico pensando se ela invadisse minha casa com uma faca, se tivesse sido minha filha de 8 anos que fosse até a porta, como já aconteceu de ser ela a abrir e olhar quando tem barulho. Aquela mulher entrou como um furacão e partiu pra cima de mim sem chance alguma. Eu estaria chorando agora, minha família poderia estar chorando. O portão da minha casa, ficou destruído.”- finaliza.

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