Panificador encontra estabilidade financeira longe daqui, mas sonha em voltar ao Baita Chão

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O Saudade do Alegrete trás um pouco da trajetória do alegretense, Ricardo Fernandes Teodoro de 36 anos.
O Saudade do Alegrete trás um pouco da trajetória do alegretense, Ricardo Fernandes Teodoro de 36 anos.

O Saudade do Alegrete trás um pouco da trajetória do alegretense, Ricardo Fernandes Teodoro de 36 anos.

Casado com Graciele Nunes Pinto, são pais de um adolescente de 13 anos, Taylor Pinto Teodoro.

O Saudade do Alegrete trás um pouco da trajetória do alegretense, Ricardo Fernandes Teodoro de 36 anos.
O Saudade do Alegrete trás um pouco da trajetória do alegretense, Ricardo Fernandes Teodoro de 36 anos.

Ele residiu durante a infância até o casamento no bairro Promorar. Depois, mudou-se para o bairro Doutor Romário. 

Ricardo conta que iniciou a trabalhar em padaria com o seu Joel (proprietário da padaria e Confeitaria – A Conquistadora).

Na Avenida Ibicuí, como funcionário, ele trabalhou por três anos. Após, decidiu que iria empreender e colocou seu próprio negócio, sendo assim, passou a ser proprietário de uma padaria no bairro onde residia com a família, na Dr Romário.Foram cerca de dois anos, de muito trabalho, mas ele acrescenta que chegou um momento que “estava trocando figurinhas”. Por ser marinheiro de primeira viagem, acabou cometendo alguns erros na administração – contabilidade da empresa.

“Foi então, que decidi parar e vender o maquinário. Na sequência, sai de Alegrete e arrisquei tudo ao vir para  Erechim. 

Há seis anos, desde 2015, estou trabalhando no ramo de panificação, mas desta vez com uma mentalidade diferente. Aprendi muito nesse período em relação à produção. Aqui, é muito diferente de Alegrete, precisei me reinventar e aprender, pois as variedades são muitas, perto do que eu aprendi na minha Terra Natal” – descreve.

Atualmente, Ricardo faz pães de leite, australianos, de cenoura, mandioca, broas de milho, integrais, entre outros. Além da diversidade de bolachas: de milho, polvilho, maizenas, pingas, flácidas e caseiras, assim como, salgados assados. 

“Sinto muita falta da minha terra,  tenho minha família toda no Baita Chão – mãe e meus irmãos. 

Porém, o que recebo aqui(Erechim), nunca iriam  me pagar em Alegrete. Por isso, vejo que falta, ainda, a valorização profissional e remuneração adequada para aqueles que querem trabalhar. 

Minha visão, hoje, é que naquele período que estava na minha terra natal, as poucas oportunidades de emprego, o salário não era que pudesse dar uma tranquilidade ao trabalhador. Também, vejo que falta investimento na cultura para as famílias desfrutarem nos finais de semana.

 O que todos costumam fazer é ir na pracinha tomar chimarrão ou dar a volta na Praça Getúlio Vargas de carro. Mesmo assim, eu não deixo de pensar que, talvez, um dia eu retorne para o meu Baita Chão e com esse conhecimento de hoje possa investir novamente em Alegrete” – conclui.

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