Santa Casa terá novo sistema informatizado de gestão

Novo sistema, denominado Soul MV, trará muitos benefícios para funcionários e pacientes e exigirá a compreensão de todos

A partir do dia primeiro de agosto, um novo sistema informatizado de gestão hospitalar será utilizado na Santa Casa, com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes e otimizar os processos internos.  De acordo com o presidente da provedoria do hospital, todos os esforços para que os atendimentos não sejam prejudicados durante a utilização do sistema, serão realizados. “Esta é uma tecnologia de ponta e já é usada por grandes hospitais do Estado, por isso é importante que as pessoas compreendam em caso de haver atraso ou lentidão no atendimento, uma vez que o sistema trará muitos ganhos para a instituição, bem como para os usuários dos serviços do nosso hospital”, diz Roberto Segabinazzi.

Foram investidos em torno de R$ 1 milhão entre o novo sistema, treinamentos e novos equipamentos para atender as novas necessidades, com recursos vindos das indicações de emendas parlamentares de deputados federais. “A partir dessa melhoria, todos os prontuários começam a ser digitais e o próximo passo será digitalizar todo o histórico do hospital”, enfatiza Segabinazzi.

O Soul MV permitirá que o hospital otimize o fluxo de dados entre os setores. “A ideia é que o sistema forneça informações para gestão hospitalar integrada e assertiva”, explica Emanuele Paim, coordenadora da equipe que está a frente do processo na área  administrativa da Santa Casa.

Entre as principais melhorias oferecidas pelo novo sistema, está a unificação dos  dados hospitalares. “Por aproximadamente um ano, estamos trabalhando nas configurações, cadastros de tabelas e testes nos processos, a fim de garantir que o sistema entre em funcionamento sem grandes travamentos e, posteriormente, possa oferecer informações completas, seguras e de forma ágil para a administração da Santa Casa. Ela conta que foram feitas visitas em hospitais que já utilizam o sistema e foi possível constatar in loco a sua eficácia. “Os benefícios do sistema a médio e longo prazos são incontestáveis”, conta, garantindo que a mudança deverá ter o menor impacto para os pacientes.

Para serem atendidas, a partir do primeiro dia de utilização do novo sistema, as pessoas precisam trazer seus documentos, como carteira de Identidade ou equivalente, CEP residencial, bem como o cartão do SUS (embora seja atendimento via convênios ou particulares). “Com a posse desses documentos, o trabalho das recepções nas admissões de pacientes, será mais assertivo. Caso o paciente não traga o código do cartão do SUS, por exemplo, é possível fazer busca nos sites governamentais, no entanto poderá gerar atrasos ou demoras”, conclui Emanuele.

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