Saudade de Alegrete: técnica de enfermagem, atualmente em Blumenau, relata lembranças da sua terra

Pâmela cita que sempre que possível vem a Alegrete. Antes da pandemia, era pelo menos uma vez ao ano, geralmente no período de férias

alegretense Pâmela Cristina Martins de Oliveira
alegretense Pâmela Cristina Martins de Oliveira

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“Sinto orgulho do meu Alegrete, saí daí muito cedo, aos 18 anos. Hoje, aos 32, trabalho na linha de frente contra a Covid -19 em um hospital em Santa Catarina. Porém, jamais esqueço do meu berço, minha terra natal” – disse a alegretense Pâmela Cristina Martins de Oliveira.

Sair da cidade de origem, nem sempre é uma tarefa fácil, na maioria das vezes, essa opção se dá em razão de novas oportunidades de trabalho, estudo e também por voos mais altos na vida, no amor e na profissão.

Em mais um relato de um alegretense desgarrada, Pâmela disse que saiu de Alegrete quando fez 18 anos, há 14 anos. Formada, há quatro anos em Técnico em Enfermagem, atua na linha de frente contra Covid-19, na UTI do hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Gaspar/SC.

“A cidade que escolhi para morar é Blumenau/SC, na época minha tia já estava estabilizada aqui, meu avô também viria para ficar e ela me deu a passagem de aniversário. Desde então fiquei. Com os anos casei, e com essa vida que tenho entre um plantão e outro, eu e meu esposo optamos que não é momento para filhos, até porque meu marido – Karlos Gianellini Ribeiro de Miranda – está estudando técnico em enfermagem também.”- comentou.

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Em relação à pandemia e o vírus, a alegretense cita que ainda é um período complicado, mesmo depois de mais de um ano. “O vírus ainda continua ativo, ainda mas agora está atingindo o pessoal mais jovem. Os cuidados estão aí, todos nós sabemos quais são. Sei que nós temos que voltar a trabalhar, mas não podemos relaxar” – destacou aos conterrâneos.

Pâmela cita que sempre que possível vem a Alegrete. Antes da pandemia, era pelo menos uma vez ao ano, geralmente no período de férias, o destino era certo.

Eu tento ir todo ano pra Alegrete, sempre que programo minhas férias, meu destino já está marcado. Ela acrescenta que depois de um ano residindo em Santa Catarina, a família do lado materno também foi residir em Blumenau.

“Amamos a nossa cidade(Alegrete), mas infelizmente ela não tem muitas opções de trabalho. Mesmo assim, tenho muitos amigos, familiares e as lindas lembranças da infância, juventude e de todos os anos que passei minhas férias na minha terrinha.”- concluiu.

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Flaviane Antolini Favero