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Tornozeleira, saiba como está sendo a experiência do dispositivo eletrônico nos detentos de Alegrete
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Um dos grandes benefícios para os apenados  neste ano foi o uso da tornozeleira eletrônica.  Isto possibilitou que muitos pudessem trabalhar ou passar para o regime semiaberto.  O monitoramento iniciou em março.  Porém, vários apenados retornaram ao Presídio depois de danos nas tornozeleiras ou descumprimento nas medidas impostas.  Cada tornozeleira danificada tem um custo superior a R$ 690,00 para o Estado.

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Em março o administrador,  Cledir Pies,  comentou que o benefício das tornozeleiras também  é para os agentes. Desta forma o efetivo será maior na Cadeia. “Quem fazia esse monitoramento éramos nós, mas isso colocava em risco o profissional, dependendo do local e horário. Outro fator que é importantíssimo evidenciar é que a sociedade também vai se sentir mais segura. Se ocorre um assalto, por exemplo, é possível verificar todos os apenados e saber se estavam próximos do local, cada movimento. O monitoramento é feito 24h, por Santana do Livramento.

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É realizado o cadastro dos apenados, endereço de residência e de trabalho para os do PAC, e o trajeto percorrido. Qualquer situação que não esteja dentro do que foi cadastrado, o detento perde o direito e retorna ao regime fechado. Todos os apenados que recebem a tornozeleira estão nessas condições. Caso descumpram uma série de determinações, o benefício é suspenso e ele não terá mais direito” – explicou.

Devido à tornozeleira, a Brigada Militar já realizou a prisão de acusados de homicídio e também envolvidos em furtos.

 


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