O objetivo é transformar os centros de tradições em espaços de acolhimento, desconstruindo a imagem de “brutalidade” e reforçando o papel do gaúcho na construção do bem coletivo.
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A 1ª Prenda da entidade, Érica Silva, apresentou a programação baseada em quatro pilares de fortalecimento
Uma roda de conversa terá a participação das ONGs Amoras e Grupo Elas, discutindo o panorama da violência no Rio Grande do Sul e como a comunidade de Alegrete pode agir e denunciar.
A psicóloga Bárbara Correia vai abordar os impactos emocionais do ciclo da violência e a importância do acolhimento às vítimas.
E uma atividade com a Prenda Mirim do Ibirapuitã, Beatriz, vai focar na conscientização contra a violência contra a mulher desde a infância.
O Seminário terá uma oficina de autodefesa: encerramento prático com a Sensei Helen Brasil, oferecendo noções de proteção e segurança para o público feminino.
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Conscientização
A prenda Érica Silva enfatizou que o convite é estendido a toda a comunidade — homens, mulheres e jovens. “Precisamos trabalhar a conscientização dos meninos e fortalecer as nossas mulheres. A violência nem sempre é física; muitas vezes ela começa nas palavras, e é isso que queremos debater”, pontuou a Primeira Prenda.
A iniciativa também mira o futuro, com planos de levar o debate para dentro das escolas de Alegrete, identificando sinais de violência doméstica no ambiente familiar dos estudantes.

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