A dedicada mãe pariu três filhotes, sendo duas fêmeas e um macho. O trabalhador rural diz que em sua propriedade nunca uma ovelha ganhou três filhotes e ainda mais, duas brancas e uma preta. “É uma dádiva de Deus a produção desses três cordeirinhos”, observa a família.

As ovelhas darem cria a três cordeiros (trigêmeos) é um evento relativamente raro, já que o normal é nascer um ou dois, observa a médica veterinária Adriana Stigger. Isso acontece devido a uma combinação de genética (raças mais prolíficas), nutrição adequada antes da cobertura (prática conhecida como flushing) e avanços no manejo reprodutivo.
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Nascimentos múltiplos são fascinantes e trazem desafios, exigindo atenção extra do produtor, já que a ovelha geralmente tem apenas dois tetos e pode rejeitar o terceiro filhote. O que for rejeitado pela mãe por falta do leite deve ser criado guacho e fica muito apegado aos tutores.
Os fatores que mais influenciam o nascimento de trigêmeos incluem:
Genética (Prolificidade): Algumas raças ovinas, como Texel, Dorper, Santa Inês e Lacaune, têm uma predisposição genética maior a liberar mais de um óvulo por ciclo. A seleção cuidadosa de matrizes que já nasceram de partos múltiplos aumenta as chances.
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Nutrição (Flushing): Melhorar a alimentação das ovelhas fornecendo pastagens de alta qualidade ou ração nas semanas que antecedem e durante a época de acasalamento prepara o corpo do animal. Isso estimula a ovulação, fazendo com que ela libere mais óvulos e aumente as chances de gestações triplas ou quádruplas
