O gol da vitória foi marcado por Ferran Torres, logo aos 40 segundos do segundo tempo da prorrogação, garantindo a segunda estrela da história da La Roja.
Desde o apito inicial, a equipe comandada por Luis de la Fuente foi superior. A Espanha controlou a posse de bola, impôs seu ritmo e dominou as ações durante praticamente toda a partida. O dado que mais chamou a atenção foi a atuação defensiva espanhola: a Argentina não conseguiu finalizar nenhuma vez ao gol durante os 90 minutos do tempo regulamentar, reflexo da supremacia da seleção europeia em todos os setores do campo.
Mesmo com o amplo domínio espanhol, o gol insistia em não sair. A decisão foi para a prorrogação e, logo aos 40 segundos da segunda etapa do tempo extra, Pedro Porro cruzou pela direita, Nico Williams desviou de cabeça e Ferran Torres apareceu livre para finalizar de primeira e marcar o gol do título. Pouco depois, o atacante ainda chegou a balançar as redes novamente, mas o lance foi anulado por impedimento.
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Com a conquista, a Espanha encerra um jejum de 16 anos sem levantar a taça da Copa do Mundo. O único título havia sido conquistado em 2010, na África do Sul, quando derrotou a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação, com o histórico gol de Andrés Iniesta. Agora, a geração liderada por Rodri, Pedri, Lamine Yamal, Nico Williams e Ferran Torres entra para a história ao devolver a Espanha ao lugar mais alto do futebol mundial.
A campanha espanhola em 2026 confirmou a força de uma equipe sólida, organizada e dominante. Sob o comando de Luis de la Fuente, a seleção mostrou um futebol envolvente durante toda a competição e coroou sua trajetória com uma atuação de autoridade na grande final, conquistando, com méritos, o bicampeonato mundial.

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