Partido afirma desconhecer a autoria dos cartazes mencionados e aguarda notificação oficial sobre decisão judicial
O Partido dos Trabalhadores (PT) de Alegrete está buscando, junto à Justiça Eleitoral, o direito de resposta nos perfis do presidente do Partido Liberal (PL), após a circulação de publicações nas redes sociais envolvendo acusações relacionadas à suposta colagem de cartazes no município.
Em manifestação pública, o PT afirma que desconhece a autoria dos cartazes mencionados e ressalta que, até o momento, não recebeu notificação oficial da Justiça Eleitoral referente aos fatos divulgados. Segundo a Executiva Municipal, o partido tomou conhecimento da existência de uma decisão judicial por meio das redes sociais e busca acesso integral ao conteúdo da decisão e aos seus fundamentos.
A sigla também questiona a divulgação de acusações que, conforme afirma, não foram comprovadas perante o partido. O PT sustenta que não reconhece a autoria dos atos mencionados e que não compactua com práticas que possam configurar irregularidades, ilegalidades ou vandalismo.
O partido reafirma que não autoriza nem incentiva atos dessa natureza e repudia a atribuição de responsabilidades sem comprovação. A legenda também informa que pretende adotar as medidas jurídicas cabíveis caso sejam divulgadas informações inverídicas ou acusações indevidamente atribuídas à organização ou a seus integrantes.
Em relação à decisão judicial mencionada nas publicações, o PT de Alegrete declara que cumprirá integralmente eventuais determinações da Justiça Eleitoral, observados os procedimentos legais. No entanto, ressalta que aguarda a notificação oficial para analisar formalmente o conteúdo da decisão e definir as providências necessárias.
Conforme a manifestação, após o recebimento da notificação e a análise dos documentos, o presidente do partido Flávio Escobar e a Executiva Municipal deverão se pronunciar publicamente para prestar esclarecimentos à militância e à comunidade alegretense.
A iniciativa de buscar o direito de resposta tem como objetivo garantir espaço para que a versão do partido seja apresentada nos mesmos canais em que as acusações foram divulgadas, respeitando o direito ao contraditório e os instrumentos previstos na legislação eleitoral.

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