A sentença foi proferida pelo juiz Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal da Comarca, após decisão do Conselho de Sentença durante julgamento realizado na última quinta-feira (25).
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Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu em outubro de 2024. A vítima, Robson Saraiva de 27 anos, foi atingida por diversos disparos de arma de fogo nas proximidades de um campo de futebol, em Alegrete. Após o assassinato, o corpo foi transportado e lançado nas águas do Rio Ibirapuitã, sendo localizado apenas dois dias depois.
As investigações apontaram que o homicídio teria sido motivado por desavenças relacionadas ao tráfico de drogas.
Durante a sessão do Tribunal do Júri, os jurados reconheceram que o crime foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foi reconhecida a participação do réu na ocultação do cadáver.
Com base na decisão dos jurados, o magistrado fixou a pena em 21 anos de reclusão pelo homicídio qualificado e mais dois anos pelo crime de ocultação de cadáver, totalizando 23 anos de prisão, além do pagamento de multa.
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Na sentença, o juiz destacou a gravidade dos fatos e considerou desfavoráveis circunstâncias como os antecedentes do condenado, a prática do crime durante o período noturno e a atuação em concurso de pessoas. O reconhecimento do emprego de meio cruel também influenciou na dosimetria da pena, resultando na fixação de uma pena superior ao mínimo previsto em lei.
O condenado cumprirá a pena em regime inicial fechado.
Veja no link a matéria completa sobre o homicídio: Mergulhadores localizam corpo de Robson Saraiva no Rio Ibirapuitã

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