Segundo informações da Brigada Militar, havia um despacho judicial expedido pela Vara Criminal determinando medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha, entre elas a suspensão da posse e a restrição do porte de arma de fogo.
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Durante patrulhamento, uma guarnição visualizou o homem conduzindo um Renault Logan e tentou realizar a abordagem. Conforme o relato policial, o motorista não obedeceu à ordem e iniciou uma fuga.
O veículo foi localizado e abordado alguns minutos depois, no bairro Saint Pastous. Ainda segundo a Brigada Militar, o condutor teria se recusado a obedecer às determinações dos policiais para a realização da busca pessoal, afirmando que era colega de profissão e que não seria revistado.
Os policiais relataram ter percebido um volume na região da cintura do homem e solicitaram apoio de outra viatura. Antes da chegada do reforço, porém, ele teria entrado novamente no veículo e fugido em alta velocidade, caracterizando, segundo a ocorrência, direção perigosa.
A Brigada Militar iniciou então um cerco com três viaturas. A perseguição terminou nas proximidades da residência do suspeito, no bairro Medianeira, onde ele teria entrado em fuga.
Conforme o registro policial, ao se aproximar da garagem, o homem arremessou em via pública uma arma de fogo calibre 9 mm, que estava municiada com 13 cartuchos no carregador.
Após deixar o veículo, ele teria novamente desobedecido às ordens dos policiais e resistido à prisão. Segundo a Brigada Militar, foi necessário o emprego de força física para contê-lo e algemá-lo, além do uso de dispositivo de incapacitação elétrica em modo de contato para interromper a resistência.
Durante buscas na residência, os policiais localizaram ainda munições de diferentes calibres, incluindo .12, .28, 9 mm, .22, .38, .40 e 7,62.
O policial foi encaminhado inicialmente para atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde passou por exames para verificar eventuais lesões. Posteriormente, foi apresentado à autoridade policial, que determinou a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante (APF).
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O veículo utilizado na ocorrência também foi recolhido em razão das infrações de trânsito constatadas. Os respectivos autos de infração foram confeccionados pela Brigada Militar.
A ocorrência deverá seguir agora os trâmites legais junto às autoridades competentes. A prisão em flagrante e os fatos relatados pela polícia ainda serão submetidos à apreciação da Justiça, observando-se o direito à ampla defesa e ao contraditório.

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