Sete pessoas estão atualmente com registro de desaparecimento em Alegrete nos sistemas da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O levantamento foi realizado pela reportagem na página oficial da instituição e consultado na última segunda-feira (17), às 16h.
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De acordo com os dados disponíveis, são quatro pessoas do sexo masculino e três do sexo feminino com registros de desaparecimento vinculados ao município ao longo de 2026.
A maior concentração de ocorrências ocorreu no mês de abril, quando quatro pessoas foram registradas como desaparecidas em Alegrete. Outros dois registros foram realizados em junho e um em julho.
Registros de abril
Entre os casos registrados no mês de abril estão:
Renato Oliveira Lemes, nascido em 7 de setembro de 1984, com desaparecimento registrado em 2 de abril de 2026.
Catiane Ribeiro Hoffmann, nascida em 2 de maio de 1982, com desaparecimento registrado em 14 de abril de 2026.
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Márcio Giovane Rodrigues Aguilar, nascido em 7 de agosto de 1978, com desaparecimento registrado em 14 de abril de 2026.
Kathelen Sabrina Preto Hoffmann, nascida em 16 de fevereiro de 1991, com desaparecimento registrado em 24 de abril de 2026.
Abril concentra, portanto, quatro dos sete registros atualmente relacionados ao município.
Dois desaparecimentos registrados em junho
Em junho, outros dois nomes passaram a constar no sistema da Polícia Civil:
Cristiana Pereira dos Santos, nascida em 21 de maio de 1991, com desaparecimento registrado em 14 de junho de 2026.
Fabrício Boaventura dos Santos, nascido em 27 de janeiro de 2010, com desaparecimento registrado em 20 de junho de 2026.
O último registro relacionado ao município, conforme a consulta realizada pela reportagem, é de julho.
Guilherme dos Santos Serpa, nascido em 21 de fevereiro de 1998, consta como desaparecido desde 20 de julho de 2026.
Nenhum dos registros possui fotografia disponível
Na consulta realizada pela reportagem na página oficial da Polícia Civil gaúcha, nenhum dos sete registros apresentava fotografia associada ao desaparecido.
A ausência de fotografia no sistema público, entretanto, não significa necessariamente que não existam imagens disponíveis para investigação. As informações apresentadas na página oficial correspondem aos dados disponibilizados publicamente pela Polícia Civil.
O levantamento também representa um retrato dos registros que permanecem disponíveis no sistema no momento da consulta, e não necessariamente o número absoluto de pessoas que desapareceram em Alegrete durante o ano.
Polícia alerta para atualização dos registros
A Polícia Civil destaca que existem situações em que um desaparecimento é registrado e, posteriormente, a pessoa é localizada, mas os familiares não comunicam imediatamente a localização às autoridades.
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Por esse motivo, um registro que ainda aparece como desaparecimento no sistema não deve ser interpretado automaticamente como confirmação de que a pessoa continua desaparecida na realidade.
A atualização da informação é fundamental para que os bancos de dados oficiais reflitam corretamente a situação de cada caso.
Registros servem de alerta
O desaparecimento de uma pessoa mobiliza familiares, amigos e órgãos de segurança pública, além de gerar preocupação em toda a comunidade. Os registros oficiais permitem acompanhar os casos comunicados às autoridades e auxiliam no trabalho de investigação e localização.
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Em Alegrete, a consulta realizada na segunda-feira aponta sete nomes registrados como desaparecidos em 2026, sendo quatro homens e três mulheres.
Dos sete casos, quatro foram registrados em abril, dois em junho e um em julho. O caso mais recente entre os registros consultados é o de Guilherme dos Santos Serpa, com desaparecimento informado em 20 de julho.
A Polícia Civil reforça a importância de que familiares ou responsáveis comuniquem às autoridades quando uma pessoa desaparecida for localizada, permitindo a atualização e o encerramento correto do registro.
Os dados apresentados nesta reportagem foram consultados diretamente na página oficial da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, na segunda-feira (17), às 16h, e correspondem aos registros que estavam disponíveis para consulta naquele momento.

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