Caminhoneiro, Paulinho do Alegrete, roda o Brasil ouvindo e contando histórias do Baita Chão

Muitas são as histórias de alegretenses que se destacam pelos quatro cantos do mundo.

Paulinho

Espalhados em vários Estados, cidades e até mesmo outros países, os alegretenses sempre estão enaltecendo o Baita Chão. “O mundo é uma porção de terra ao redor do Alegrete, dizia Nico Fagundes” e, assim, um post essa semana destacou mais uma vez que não há fronteiras e, por onde quer que ande, em algum momento, é possivel se deparar com um conterrâneo. Paulinho percorre o Mercosul e o Brasil estampando o orgulho de ser gaúcho.

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O PAT conversou com o alegretense que é caminhoneiro e roda por muitos lugares, ele fez um perfil – Paulinho do Alegrete, onde narra um pouco das suas histórias e, a última teve uma grande repercussão.

Ele acrescenta:

Nós, do Alegrete, somos do mundo! Outro dia um amigo meu, que mora em Canoas, encontrou um alegretense e perguntou em que região da cidade ele residia e a resposta foi: na rua do CTG lanceiros.

Já na outra semana, outro amigo caminhoneiro encontrou mais um alegretense no Mato Grosso, este, residia no bairro Ibirapuitã.

Já mais recentemente, o encontro foi com Jairo Mendonça, que atualmente reside em Vilhena(Rondônia).

Neste caso, não foi diferente, mais um amigo que fiz ao longo dos anos nas estradas deste mundão, que ao se deparar com o alegretense, de imediato, fez uma chamada de vídeo para saber se eu conhecia. Esse amigo conversou com seu Jairo e comentou que me conhecia. Ali, já iniciou uma longa prosa.

Também teve o caso de mais um alegretense desgarrado em Bento Gonçalves, outro em Veranópolis, inclusive já fui ao Paraguai e o fiscal da receita Federal era alegretense. Ele disse que, até sair de Alegrete, residia na Vila Nova ” – contou Paulinho.

O alegretense que narrou estes fatos, disse ao PAT que há anos trabalha como caminhoneiro, por consequência fica muito tempo longe de casa, e embora resida em Alegrete, são os amigos que faz ao longo do caminho e também as histórias que se multiplicam que tornam os dias mais leves. Assim, a saudade de casa é um fardo menos pesado.

Paulinho pontua que sempre que encontra um alegretense, independente do lugar, cidade ou estado, há uma referência entre eles e, no final, sempre acaba com alguma história ou pessoas que ambos conhecem.

A maioria saiu da cidade por falta de oportunidade de emprego, buscam algo melhor. Mas a verdade é que Alegrete jamais sai de quem precisou de novos horizontes. São sempre histórias de vida e muita nostalgia, saudade da terra amada. Alegrete é uma paixão e orgulho de todos os que são alegretenses ou que passaram por aqui – diz Paulinho.

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