Égua ferida e debilitada agonizava em meio à lama no bairro Ibirapuitã

No dia 10 de junho de 2024, uma equipe do 2º Batalhão Ambiental de Alegrete foi despachada para atender a uma denúncia grave: maus-tratos a um animal equino no bairro Ibirapuitã, Zona Leste de Alegrete.

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Ao chegarem ao local indicado, os militares se depararam com uma égua de aproximadamente três anos de idade, imersa em lama e resíduos sólidos, ferida e debilitada, sem acesso a água e comida, e incapaz de se levantar. Era uma situação de desespero para o animal.

A gravidade da situação foi confirmada pela médica veterinária da Prefeitura, que constatou não apenas o estado de desnutrição avançada, mas também os sinais evidentes de maus-tratos. A proprietária, tentou justificar a negligência alegando a administração de um vermífugo muito forte e a falta de alimentação adequada como causas da deterioração da saúde do animal.

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Diante do quadro de sofrimento evidente, medidas urgentes foram tomadas. Um Termo Circunstanciado foi elaborado contra a proprietária, que foi designada como fiel depositária do animal, já que não havia um local adequado disponível para a sua acomodação. Além disso, uma notificação ambiental foi emitida, ressaltando o dever de proporcionar tratamento adequado aos animais. Uma equipe da Guarda Municipal compareceu no endereço para prestar auxílio, enquanto voluntários da ONG OPAA se mobilizaram para oferecer apoio imediato ao equino, fornecendo medicamentos e alimentação.

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