De acordo com o médico, Nelson Carús, todos independentes dos nomes são pessoas que oferecem formas de auxílio ao próximo E quem vive um momento de doença ou de aflição, para tanto, usa diferentes recursos, as palavras, ervas, chás, medicamentos, radiação, cirurgias e ou outros, mas todos com a mesma finalidade, aplacar o sofrimento.

Destaca o médico, professor e escritor que o homem sempre necessitou e precisa de alguém que o acolha e o ajude nos momentos difíceis, quando vive a doença física ou mental, pois nessa hora é tomado por ansiedade, sem saber o que vai ocorrer e muitas vezes chega a viver o tormento da morte.
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Ao lançar mais um livro o médico, professor e escritor Nelson Carús destaca que existem personagens importantes, que nunca devemos esquecer, mas foram admiráveis na forma de terapeutas como os pais e os avós. Os homens orientando os caminhos, mostrando como trilharam e superaram as dificuldades que encontraram, ensinando ou quem sabe, dizendo como vencer os obstáculos, as mulheres com seus cuidados, com o afeto e zelo nos anos iniciais, trocando as fraldas, vestindo de forma adequada para enfrentar a temperatura da estação, alimentando nas horas certas e, com a sua vigília nas noites febris, assim, oportunizaram, cada um, a chegar à idade adulta.
Os estímulos de valorização dentro da família contribuem de forma positiva para formação das estruturas mentais, gerando ego forte, capaz de suportar as adversidades com garra e força.

“Às vezes, a pessoa necessita de uma palavra de apoio, de ajuda para conseguir vencer aquela situação difícil, que se apresenta no momento, ela precisa da mão que lhe mostre o melhor caminho, ela carece da luz para sair da escuridão, está na hora de ensinamentos”.
Luis Fernando Veríssimo ao escrever “O Analista de Bagé” trouxe ao público a figura de um analista abagualado, usando método ortodoxo de tratamento, mostrando em crônicas, que, ainda assim, de forma caricata, se fazia necessário uma terapia.
Ele diz que que nesta obra procura levar a pessoa a ler algumas crônicas, em que um personagem imaginado, busca um caminho na vida, porém, sem fazer maiores esforços, com aquela máxima, levar vantagem em tudo, porém, em determinado momento, percebe a necessidade de mudança e, por ser muito inteligente, sagaz busca de forma rápida, o exercício de uma atividade laboral e, se transforma em terapeuta.
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Para tanto, ele tem por base, de que as pessoas precisam falar e num mundo do celular, onde o diálogo desapareceu, o terapeuta é uma necessidade a ser perseguida.
“O Terapeuta do Alegrete” é um grito ao mundo para ouvir a nossa voz, ainda que, cantada em verso e prosa, mesmo residindo no Alegrete. Agora, o Terapeuta do Alegrete sai das páginas do livro e vai ao encontro dos leitores, de modo acariciar com palavras o pensar de cada um.

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