O fim de semana foi de muitas aglomerações sem uso de máscara em vários pontos da cidade

Aglomerações e desrespeito às medidas de prevenção contra a Covid-19 foram flagradas durante o último fim de semana em Alegrete.

O fim de semana foi de muitas aglomerações sem uso de máscara em vários pontos da cidade
O fim de semana foi de muitas aglomerações sem uso de máscara em vários pontos da cidade

Os dias mais quentes, as comemorações em razão da data especial devido ao Dia dos Pais, são alguns fatores que podem ter contribuído para que muitas pessoas saíssem de suas residências e, muitas, foram responsáveis por aglomerações e desrespeitos dos cumprimentos dos Decretos. Um deles, foi o não uso da máscara, na Praça Getúlio Vargas e também no Parque Rui ramos como, em frente a alguns estabelecimentos comercias que o consumo de bebida foi realizado em frente ao local.

A postagem não tem a pretensão de julgar o comportamento dessas pessoas, apenas visa relatar o foi constatado por inúmeros alegretenses. Por mais que tenhamos um bom percentual de pessoas vacinas, cerca de 80% da população com a primeira dose, ainda há um número muito considerável que precisa realizar a segunda e, mesmo assim, não é garantia de que a pessoa não vai se infectar novamente com o vírus, mesmo se já contraiu em outro momento. Além disso, tem a nova variante se disseminando. Infectologistas alertam para o risco de uma nova onda da Covid-19, provocada pela variante Delta, considerada mais transmissível. Isto segundo os especialistas, exige reforço das medidas de proteção, como uso de máscara e distanciamento social, além de ser necessário acelerar e, sobretudo, equilibrar a vacinação pelo país.

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No último final de semana o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, registrou um surto de Covid-19, que aconteceu em oito áreas da instituição simultaneamente.

O chefe do Serviço de Infectologia do Hospital de Clínicas – ressaltou: “a variante delta, se já não está aqui em maior número, certamente infectará em maior número. Isso é inevitável. Porque a gente se expõe, a gente não se protege de forma adequada. O grande desafio é saber se as nossas vacinas serão ou não suficientes para garantir que essa infecção não evolua para formas mais graves”.

Em contato com o Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Rui Medeiros, a informação foi de que infelizmente o efetivo muitas vezes não consegue atender a toda demanda, além da equipe da fiscalização sofrer represálias e ameaças de forma sistemática.

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