Alegrete já está com 39 pacientes diagnosticados com dengue, segundo boletim epidemiológico

A incidência de dengue no país está em 2.216 casos a cada 100 mil habitantes, enquanto em 2023 – que foi o segundo ano até então com mais diagnósticos da série histórica do Ministério da Saúde – era de 503 casos no mesmo período.

Em Alegrete, o primeiro semestre já registra 39 pessoas positivas para a dengue. Apenas 7, desses casos são considerados importados pela secretaria de vigilância epidemiológica do município. A taxa de positividade é de 7,83%. A doença contaminou 23 homens e 16 mulheres na cidade.

Conforme o 23º boletim apresentado pelo profissional Marco Dorneles Rego, que esboçou os números em gráficos para a Saúde municipal, já são 498 notificações, sendo descartados 430. Em investigação estão 29 amostras.

Cinco localidades estão mapeadas com zonas de alto risco de contágio de dengue. Promorar, Vila Isabel e Cidade Alta concentram juntas 9 casos. Na região do Centro, é onde tem mais incidência (04 casos positivos). Na região da Palma, embora haja um caso, é considerado local de alto risco para contrair a doença.

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Pessoas entre 15 e 49 anos, somam 27 positivos; Dos 25 aos 29 anos mais três positivados. Um paciente entre 80 e 84 anos contraiu a doença e dois positivos tem entre 10 e 14 anos.

A secretaria reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas, que são: febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias; dor atrás dos olhos; dor de cabeça; dor no corpo; dor nas articulações; mal-estar geral; náusea; vômito; diarreia e manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.

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A busca por atendimento no começo da manifestação das sensações de desconforto físico é uma maneira de evitar o agravamento da doença e a possível evolução para óbito. A SES indica o uso de repelente também para proteção individual contra o Aedes aegypti.

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do inseto, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos, impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.

Foto: Alex Lopes

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