Dia tenso em escolas; direções e Brigada Militar monitoram a situação

Nesta manhã(1º), muitos pais entraram em contato com o PAT em razão do boato de que teria algum "massacre", briga ou ameaças em educandários da cidade.

Em algumas escolas estaduais, o fato já tinha ocorrido e foi feita uma conversação entre alunos e docentes. Mais recentemente, um outro aluno escreveu em uma classe em um educandário na região central, de que teria um massacre neste dia.

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Essa situação foi acompanhada pelos professores que, de forma preventiva, acionaram a Brigada Militar, Como já era realizado anteriormente, com a patrulha escolar, as guarnições da Brigada Militar estão realizando atendimentos em educandários nesta quarta-feira.

De acordo com informações dos policiais, eles estão passando de forma preventiva, conversando com a direção, professores e alunos. Não há, até o momento, qualquer situação que possa gerar pânico ou que indique um risco maior. Os pais podem entrar em contato com as escolas dos filhos, mas é preciso manter a calma, sem a necessidade de desespero, segundo os professores que conversaram com o PAT.

“Como aconteceu mais recentemente em outras escolas e também, em um educandário em Santana do Livramento, alguns alunos falam ou acabam escrevendo como uma brincadeira. As viaturas e os policias vão permanecer realizando esse patrulhamento”- falou soldado Bravo.

Em contato com a Delegada Titular da DPPA e 1ª DP de Alegrete, Fernanda Mendonça, ela explicou que depende muito do que é e como é publicado (dito ou escrito). Não é possível dizer exatamente em que ato infracional (no caso de adolescente, chamamos de ato infracional, e não de crime) ele incidiria.

O mais provável é em caso de identificação de quem realiza o ato, é ele responder, nos moldes legais, por uma ameaça.

Na delegacia se instaura um procedimento pra apurar e se remete ao Ministério Público, que é quem tem atribuição pra tomar as providências que entender necessárias. Mas geralmente nem ensejaria uma responsabilização análoga ao crime, e sim algo mais de natureza civil. De novo, depende bastante do caso.”- explicou.

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