Três réus foram julgados por tentativa de homicídio no PEAL; dois foram absolvidos e um condenado

Pelo Ministério Público atuou o Promotor de Justiça Rodrigo Wolf Piton, pela defesa o Defensor Público Andrey Régis de Melo, sendo a sessão presidida pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba

Júri na Comarca de Alegrete
Júri na Comarca de Alegrete

No último dia 30 de setembro foi realizado o 34º julgamento pelo Tribunal do Júri na Comarca de Alegrete no ano de 2021.

O Ministério Público atribuiu contra os réus Marlon dos Santos, Jeferson Alves e Ruan Gomes, em comunhão de vontades, com os réus Éverton Pereira, Richard Antunes e Ronald trindade(julgados e condenados no dia 21 de junho de 2021 quando foi realizado o 14º Júri em Alegrete no ano de 2021) e com os réus Daniel Pereira e Robson Santos(julgados e condenados no dia 08 de setembro de 2021 quando foi realizado o 27º Júri em Alegrete neste ano) a prática de uma tentativa de homicídio contra Jéferson Borges.

O ato de violência ocorreu no dia 4 de abril de 2018, por volta das 17h10min, no Presídio Estadual de Alegrete. Constou na acusação que no pátio do PEAL os réus Marlon dos Santos e Jeferson Alves esfaquearam um apenado e que Ruan Gomes o agrediu.

O crime não se consumou em razão dos socorros prestados por outros dois detentos, bem como, pelo atendimento médico eficaz que recebeu.

Motofretista salvou homem de 26 anos na Ponte Borges de Medeiros

A acusação afirmou que o crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido, pois os acusados estavam em maior número e formaram um círculo em torno da vítima, encurralando-a, tornando sua defesa algo impossível.

Na sessão de julgamento realizada foram acolhidas as teses de não participação dos réus Marlon dos Santos e Ruan Gomes que foram absolvidos, no entanto, restou condenado o réu Jeferson Alves pela prática do crime de tentativa de homicídio qualificado, sendo que foi reconhecida a incidência da agravante da reincidência, o qual foi condenado a cumprir uma pena de 14 (quatorze) anos, 9 (nove) meses e 10 (dez) dias de reclusão.

O réu Jeferson Alves foi condenado pela prática do crime hediondo a cumprir pena em regime fechado não sendo reconhecido o direito de recorrer em liberdade.

Em vista da absolvição, foi determinada a expedição de alvará de soltura dos réus Marlon dos Santos e Ruan Gomes em relação a prisão preventiva decretada nos autos.

Se inscrever
Notificar de
guest
0 Comentários
Comentários em linha
Exibir todos os comentários