Alegretense- mãe de filho “especial” escreve livro que diz ser um grito pela inclusão

A ideia da história Zebra Zilda veio pronta para mim! Veio de dentro do coração! Acredito que Deus a colocou ali.

Esse é o depoimento da autora do livro, Betânia Borges Schmitz, que diz que o livro é fruto de um pensamento que teve um dia, em que se perguntou: “Como meu filho se sente em relação à exclusão?”
Betânia é uma mãe atípica, tem um filho PC de sete anos e já passou por várias situações em que “a diferença dele” impactou pessoas, constrangeu e algumas vezes, não foi aceita, considera.
Ela diz que mães e pais atípicos vão guardando tudo no coração. E cada um reage de uma maneira! “Eu resolvi “gritar” por inclusão, pelo meu filho e por todas as outras crianças nas mesmas condições”, atesta.

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Zebra Zilda- de Betânia Schmitz
Zebra Zilda- de Betânia Schmitz

Independente do tipo da deficiência ou da característica distinta que uma criança possua, diz que todas elas só querem ser aceitas, diz a mãe de um filho especial e escritora. Só querem ser crianças, só querem brincar com as outras e sentirem-se amadas.

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Ela conta que a história da Zebra Zilda alcança também aqueles pequenos que sofrem bullying. O livro clama pela aceitação do diferente.


Betânia diz que está feliz com o retorno positivo que o livro trouxe e agradece aos terapeutas da cidade que a estão apoiando, escolas, professores e pais.

Livro Zebra Zilda
Livro Zebra Zilda

Assim como aos parceiros alegretenses que fazem parte desta obra: A neuropsicopedagoga, Judete Dorneles, a orientadora educacional e pedagoga especialista em educação infantil Diná Araújo Vaucher, e, em um livro inclusivo não poderia faltar acessibilidade e inclusão, então, com a ajuda da intérprete de Libras Josie Pillar, músico Gui Mendes e videomaker Vinícius Vilaverde, colocamos no livro um QRCode para visualização de um vídeo direto do YouTube, com Zebra Zilda sendo contada em áudio e LIBRAS.
-Minha intenção é enviar a mensagem de aceitação do outro.


É gritar por inclusão, em toda sua amplitude”, enfatiza a autora da obra que teve seu lançamento no dia 8, no salão da APAE.

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