O polêmico abate de árvores no pátio do IEEOA

O abate de árvores no Instituto Estadual de Educação Oswaldo Aranha/Escola Cívico-Militar, gerou descontentamento e indignação de algumas pessoas que procuraram pelo PAT.

O início dos cortes iniciou no sábado à tarde. Uma das pessoas que procurou a reportagem ressaltou que a cena era lamentável. Ela ponderou que reside em Alegrete há mais de 20 anos e as árvores e os muros sempre se integraram bem. “Triste ver isso e não poder fazer nada, em outras cidades, as árvores são preservadas e plantadas, aqui, nos últimos dias somente ouvimos falar nos abates”- destacou.

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As árvores que abatidas, no total foram quatro e fazem parte da reivindicação da empresa que ganhou a licitação da reforma do prédio- explicou professor Ernesto Viana, diretor do educandário. Ele ainda acrescentou que poderão ter mais.

No ano passado, o FNDE/MEC contemplou o Instituto de Educação Estadual Oswaldo Aranha com recursos financeiros destinados a obras no âmbito escolar. Além disso, também , há recursos da SEDUC.

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Entre as melhorias, em salas de aulas, telhado e outros, está prevista uma reforma no muro que fica na lateral do terminal de ônibus. Professor Ernesto acrescentou que os danos provocados pelas árvores e raízes colocaram o muro na iminência de cair, além de que não ter lógica realizar uma reforma com os danos e saber que poderá ter problemas maiores.

“É necessário para reforma do muro. Ele(muro), está inclinado e a orientação recebida da CRE é que a empresa fez a solicitação do abate, pois nada vai adiantar trocar o muro e deixar as árvores que causaram o estrago ali” – explicou.

O abate foi solicitado para todos os órgãos competentes e também passou por avaliação – FEPAM, PATRAM e Meio Ambiente.

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