Em um curto intervalo de tempo, foram registrados mais de 30 milímetros de chuva, acompanhados por rajadas de vento que causaram danos em imóveis e mobilizaram a Defesa Civil.
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No centro da cidade, uma loja de armarinhos especializada em lãs e linhas teve parte do teto desabado durante o temporal. A proprietária relatou que estava em casa quando foi avisada pela funcionária que atendia no estabelecimento. Diante do risco de novos desabamentos, a atendente conseguiu retirar rapidamente parte dos produtos para uma área seca antes de deixar o local por segurança.



Segundo a empresária, a imobiliária responsável pelo imóvel foi acionada e, durante a vistoria, constatou que o problema teria sido provocado pelo acúmulo de água em uma calha obstruída por duas pombas mortas, impedindo o escoamento da chuva. Com isso, parte da cobertura cedeu e diversos produtos que estavam expostos em prateleiras ficaram encharcados. Os prejuízos ainda estão sendo contabilizados.
No interior do município, os ventos foram ainda mais intensos. Na localidade do Parové, a produtora rural Mara Moraes relatou os momentos de tensão vividos durante a tempestade.
“Precisamos escorar uma das portas da casa porque parecia que ela ia arrebentar com a força do vento”, contou.
Ela afirmou ainda ter recebido informações de moradores da região do Durasnal sobre destelhamentos em residências. Conforme os relatos, famílias passaram por momentos de apreensão diante da intensidade das rajadas.
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Na cidade, a Defesa Civil de Alegrete também foi acionada para atender ocorrências relacionadas ao temporal. Equipes prestaram auxílio a famílias que sofreram infiltrações em suas residências, realizando a distribuição de lonas para minimizar os danos até que os reparos possam ser realizados.
Apesar dos prejuízos materiais registrados em diferentes pontos do município, não houve confirmação de pessoas feridas até o momento.

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