Uma mulher acionou a Brigada Militar pelo telefone 190 após relatar ter sido agredida pelo companheiro durante uma ocorrência de violência doméstica em Alegrete.
Embora a patrulha Maria da Penha já esteja em funcionamento, em Alegrete, ela ainda não possui reconhecimento oficial no âmbito estadual, o que compromete a efetividade de suas ações.
Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou a Brigada Militar de Alegrete no início da noite de quinta-feira (18), resultando na prisão em flagrante de um homem de 42 anos por violação de domicílio, resistência e dano ao patrimônio.
Na madrugada desta sexta-feira (19), por volta de 00h20, uma guarnição da Brigada Militar de Alegrete foi acionada pela Sala de Operações para atender a uma ocorrência de briga em um bar localizado no bairro Vila Nova.
Na noite de sábado (12), a Brigada Militar de Alegrete prendeu um homem de 35 anos por violência doméstica no bairro Renascer. A vítima, de 39 anos, relatou aos policiais que foi agredida verbalmente e, em seguida, arrastada pelos cabelos.
Ela é nomeada em homenagem à farmacêutica Maria da Penha, que sofreu uma tentativa de homicídio por parte de seu marido. A lei estabelece medidas para proteger as vítimas, como a criação de juizados especiais
Considerando o 1º semestre de 2024, a cada mês uma mulher foi estuprada em Alegrete. O dado é do Observatório Estadual da Segurança Pública, através do monitoramento dos indicadores da violência contra a mulher – Lei Maria da Penha.
No mês de abril são 17 homens divididos em dois grupo, esse é o 9º grupo organizado pelo CREAS. O processo grupal consiste em oito encontros e faz parte do Programa de Recuperação e Reeducação vigente na Lei Maria da Penha (Lei 11340/06).
Neste dia 7 de agosto se comemora os 17 anos da aprovação da Lei 11.340- Maria da Penha que foi sancionada para ajudar a proteger mulheres vítimas de qualquer tipo de violência no Brasil.