Afinal, quando o Município vai começar a frear o descarte irregular de lixo?

Diariamente as demandas são expostas através de reclamações pelas redes sociais, por ligações ou whatsApp ao PAT. Uma das recorrentes, é a questão ambiental.

Em vários pontos da cidade, é possível se deparar com depósitos irregulares de lixos. Desde galhos, móveis, eletrônicos e entulhos de obras.

Uma situação que gerou muita revolta nesta semana, foi na Estrada da Jararaca – prolongamento da Avenida Ibicuí. Um comerciante, ao passar pelo local, destacou o quanto se sentiu indignado ao se deparar com um número absurdo de roupas descartadas, além de outros entulhos, porém, roupas, segundo ele, são muitos quilos. O custo ambiental é altíssimo.

A maioria dessas roupas pode ser resultado de doações – comenta.

“Enquanto o município não tomar medidas enérgicas isso vai acontecer, mas também se tem o conhecimento de que é um problema que se arrasta há anos, ainda mais, sem opções para o cidadão descartar os lixos” – acrescenta.

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O PAT já havia entrado em contato com a Secretária do Meio Ambiente, Gabriela Segabinazzi e questionado sobre essas situações, em relação ao descarte destes entulhos.

De acordo com a Secretária, o descarte de entulhos de obras é de responsabilidade de quem está realizando a reforma. Em caso da pessoa ser identificada através de vídeos ou fotos , a vítima pode realizar a denúncia na Secretaria do Meio Ambiente, na Avenida Assis Brasil ou pelo e-mail: [email protected] ou pela ouvidoria do município: 0800-644-1621.

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Já em relação ao lixo eletrônico, há pontos de coleta realizadas no mínimo um vez ao mês e também direto na Secretaria, contudo, alguns descartes como sofás e móveis, assim como, galhos e roupas não há um ponto de coleta ou despojos.

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