Alunos da EMEB Luiza de Freitas Valle Aranha projetaram e construíram a maquete da ponte férrea

A ideia da maquete da ponte férrea, parte de um experimento de alunos do curso de Telecomunicações da Unipampa, surgiu na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Luiza de Freitas Valle Aranha, localizada na Zona Leste de Alegrete.

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A iniciativa partiu de Allec Dávila, estagiário do curso de Matemática da instituição.

Durante uma sessão de brainstorm com a professora Ângela Milani e a turma do 7° ano, decidiu-se que o projeto envolveria um sensor na ponte férrea. Allec Dávila se prontificou a cuidar da parte da maquete.

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Dávila observou que os alunos do 7° ano não estavam dispostos a trabalhar na montagem da maquete durante o período da tarde. Para motivá-los, ele adotou uma dinâmica inspirada na hierarquia militar, método familiar para ele devido ao seu histórico no Exército. Cargos específicos foram atribuídos aos alunos para organizar o trabalho: Kauan foi designado como o “xerife”, o líder do projeto; Leandro ficou encarregado de auxiliar no material, responsável por armazenar e pegar os itens necessários; Julia e Izadora cuidaram da limpeza, o que incentivou maior interação entre todos.

Para construir a maquete da ponte férrea, foram utilizados materiais simples como palitos de picolé, palitos de dente, cola quente e papelão. A metodologia aplicada na construção envolveu a resolução de problemas. Os alunos usaram o Google Maps para calcular o tamanho real da ponte, aprendendo conceitos de razão e proporção. Nathali e Alice foram responsáveis por realizar os cálculos necessários para transformar o tamanho real da ponte em uma escala adequada para a maquete.

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Os materiais disponíveis não permitiram uma precisão total nas medidas, mas a planta do projeto foi elaborada com base nos cálculos. Após a fase de planejamento, os alunos foram divididos em duas equipes: uma ficou encarregada de colar os painéis laterais e a outra de montar a base e os trilhos da replica em miniatura. Com a estrutura pronta, a fase final envolveu a pintura e a montagem dos três módulos da ponte.

O trabalho em equipe e a aplicação prática de conceitos matemáticos e de resolução de problemas culminaram na finalização da maquete. A experiência proporcionou aos alunos não apenas conhecimentos técnicos, mas também habilidades de colaboração e organização. O projeto, segundo Dávila, atingiu seu objetivo educativo, mesmo com as limitações dos materiais disponíveis.

Maquete do três módulos da ponte

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