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Com alto índice de contaminação pela Covid-19, Alegrete deve seguir os protocolos do RS para bandeira vermelha
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Com o indeferimento, na última segunda-feira (11), dos cinco pedidos de reconsideração ao mapa preliminar da 36ª rodada do Distanciamento Controlado, o Rio Grande do Sul fica quase todo em bandeira vermelha.

Dezenove das 21 regiões Covid foram classificadas com risco epidemiológico alto, recebendo bandeira vermelha. Apenas duas regiões – Ijuí e Santa Rosa – ficaram classificadas na bandeira laranja. O mapa definitivo tem vigência de terça (12) até a próxima segunda-feira (18).

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Alegrete foi classificada na bandeira vermelha com alto risco de contágio do coronavírus e contabiliza 3.124 casos positivos. Na segunda-feira, 11, foram registrados 93 casos positivos de Covid-19 e 89 recuperados. Nove pacientes estão internados, 5 na UTI covid e 4 no hospital de campanha. Há um óbito que ainda está aguardando resultado.

Dos 3.124 casos confirmados, 2.288 já foram recuperados, 797 casos estão ativos, destes 788 permanecem em isolamento domiciliar. Alegrete está 39 óbitos associados a Covid-19.

O município já realizou 14.337 testes, com 11.122 resultados negativos e 3.124 positivos, 91 pessoas estão aguardando resultado. Em observação com síndrome gripal são 906 pessoas.

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Entre os cinco recursos, dois foram protocolados por municípios – Cachoeirinha e Cruz Alta – e negados, porque o Distanciamento Controlado não tem previsão de bandeiras individuais diferenciadas, ou seja, que as prefeituras adotem bandeiras diferentes da sua região. Os pedidos seriam analisados somente se fossem para que os municípios pudessem ser enquadrados na Regra 0-0 (sem óbitos ou hospitalizações nos últimos 14 dias), que permite a adoção de protocolos da bandeira anterior para regiões em bandeira vermelha ou preta.
As outras três solicitações foram feitas pelas associações regionais de Guaíba, Santo Ângelo e Passo Fundo, classificadas em bandeira vermelha, que pediam regressão para laranja. O Gabinete de Crise levou em conta do aumento no número de hospitalizações de pacientes confirmados com Covid-19 e por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), além de alto número de óbitos por Covid.

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Na análise técnica, o governo ainda ressalta que os municípios que fazem parte das regiões de Santo Ângelo e Passo Fundo podem adotar protocolos de bandeira laranja, pois aderiram ao sistema de cogestão do Distanciamento Controlado – o mesmo vale para as demais 17 regiões em vermelho que estão na cogestão.
A região de Guaíba – assim como Uruguaiana, onde Alegrete estás incluída não adotou o modelo compartilhado, e deve seguir os protocolos determinados pelo Estado.

De acordo com o mapa definitivo da 36ª rodada, 455 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 10,8 milhões de habitantes, o que corresponde a 95,8% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).
Desses, 176 municípios (791,8 mil habitantes, 7% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

• Bandeira vermelha: em vez de 25%, passa a permitir de 50% trabalhadores

Política e administração de trânsito

• Bandeira preta: mantém limite de 75% de trabalhadores

COMÉRCIO

Foi alterado o limite de pessoas em relação à metragem de cada estabelecimento:

Comércio, manutenção e reparação de veículos automotores (rua), atacadista – itens essenciais e não essenciais, varejista – itens essenciais e não essenciais (rua, centro comercial e shopping), varejista de produtos alimentícios (mercados, açougues, fruteiras, padarias e similares) e comércio de combustíveis para veículos automotores:

• Bandeira vermelha – lotação (trabalhadores + clientes): 1 pessoa, com máscara, para cada 6m² de área útil de circulação, respeitando limite do PPCI;

Até então, a limitação era dada por duas formas. A primeira, que se aplica a todo e qualquer estabelecimento, o atendimento ao Teto de Ocupação, que era de, no mínimo, 2m² por pessoa, em qualquer ambiente. O segundo limitador era feito pelo percentual de trabalhadores presenciais. No formato atual, se retirou a restrição única de trabalhadores, passando a um sistema único de teto de ocupação, envolvendo trabalhadores e público.

Júlio Cesar Santos                                                  Foto: Eduardo Silveira

 


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