Parada atualmente, revitalização do prédio da Estação Férrea deve retornar em junho

Há trinta dias o prédio da estação ferroviária em Alegrete recebeu uma força tarefa no intuito de revitalizar o local que está sendo degradado com a ação do tempo, acúmulo de lixo e ponto de drogadição.

Uma equipe da Prefeitura Municipal, por intermédio da Secretaria de Infraestrutura, deu início à colocação de postes de concreto na Estação Ferroviária de Alegrete, após uma limpeza geral no prédio histórico. A reportagem do PAT visitou o local na segunda-feira (20), e constatou que o projeto de revitalização estagnou.

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Foram implantados postes, para receber uma tela, no intuito de fechar parte da estação, com o objetivo de evitar invasões ao prédio que foi depredado. Segundo o plano de repaginar o prédio, após a conclusão da instalação da tela de proteção, estava prevista a realização de uma pintura para revitalizar a aparência do prédio.

O espaço já contou com três aberturas de licitação, sem sucesso, para concessão do espaço, por último a prefeitura encontrou parceiros para viabilizar conservação para o prédio abandonado. Servidores públicos e com mão de obra de apenados que integram um convênio entre Susepe e município, adentraram o local para uma limpeza. Além da secretaria de infraestrutura, assistência social e secretaria de saúde, reforçaram o mutirão no início de abril.

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Mas a situação ainda é caótica. No local vestígios de moradores em situação de rua, muito lixo, algumas áreas com sinal de que foi feito fogo, pela quantidade de materiais queimados. Nas portas inexistem vidros, todos quebrados, e em sua maioria arrombadas, danificadas. O telhado em alguns pontos está por desabar, assim como uma parte lateral já ameaça despencar por completo. Folhas de brasilit da gare foram quebradas por telhas que caíram do prédio.

A parceria iniciou com o Centro Empresarial de Alegre, Exército Brasileiro e gabinete do vereador João Leivas. O presidente do CEA Cássio Sobrosa, juntamente com o diretor e vice Nilson Gomes, somam-se ao mutirão, alicerçados pela classe empresarial do município.

O prédio pertence a União (DNIT), foi cedido ao município que agora vai revitalizar o espaço, inclusive com cercamento na parte dos fundos, para coibir arrombamentos e depredação. Na primeira etapa, a Infra e Saúde fizeram frente na limpeza, dedetização e uso de inseticida contra mosquito da dengue.

Em contato com o vice prefeito Jesse Trindade do Santos, ele disse que o projeto foi interrompido em decorrência da situação de enchente sofrida pelo município e posteriormente a catástrofe ocorrida no Rio Grande do Sul. Ele afirmou que os parceiros continuam com o mesmo propósito e que assim que for possível a revitalização será retomada.

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