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Produtores de hortifruti se reinventaram e criaram novos espaços para manter as vendas em Alegrete
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A pandemia  permaneceu, por quase 10 meses de 2020, e continua este ano. Com ela muita coisa mudou e o trabalho,principalmente, teve que ser reinventado.

Um dos setores afetados foi o da comercialização de hortifrutigranjeiros.  A Associação dos Pequenos Produtores de Hortifrutigranjeiros de Alegrete, presidida por Pedro Alex Morais foi um dos que sofreram e buscou alternativas no ano que passou para continuar o trabalho.

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O primeiro baque, no início da pandemia, foi o fechamento da Feira da Praça. Depois, diz Pedro Alex, foi não conseguir vender para as escolas que não tiveram aulas presenciais, para onde vendiam a maior quantidade dos produtos. Ele mantém vendas para o IFFar.

Explica que também vendiam para os quartéis, mas este ano perderam a licitação para uma Associação de São Francisco de Assis.

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Porém, para não perder o que produzem, porque os produtos devem, basicamente, ser colhidos e consumidos, senão estragam, ainda mais nesta época de calor, os produtores estão buscando alternativas.

Além da Feira na Praça Getúlio Vargas, eles mantêm um ponto de venda na  da Avenida Tiaraju em frente a casa de um dos que trabalham neste setor, na chácara da Edília.

Pedro diz que seis  produtores  mantém verduras, frutas, doces, pães, queijos para venda e muitos vão direto na fonte buscar seus alimentos naturais. O asfaltamento da Avenida facilitou o acesso e a comercialização, destaca.

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Outra feira também vende a produção de trabalhadores do Caverá na VRS 506, organizada pelo produtor Cleber Adair Severo na chácara Santo Expediente. Em relação à agroindústria,instala na Encruzilhada, o produtor diz que tem uma balança e os freezeres, mas precisam de maquinários para que possa ser utilizada para preparar e embalar a produção.

Em relação a venda, diz que os mercados locais compram quando o que a CEASA  que vende, ao Município, escasseia e aumenta de preço. Mas,  no seu entendimento, essas empresas deveriam dar mais apoio aos produtores locais.

 Vera Soares Pedroso


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