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Câmeras de videomonitoramento ganham outra missão: salvar vidas
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Em um ano que a população mundial teve o impacto da pandemia da Covid-19, um dos fatores que mais preocupou a rede médica também foi o psicológico e o emocional.

Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, uma situação grave se instalou na saúde pública mundial. Desde o início de sua propagação gerou muito pânico na população. Em todos os lugares e em todas as idades houve um grande aumento dos níveis de estresse e ansiedade.

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Nesse momento da pandemia em que é recomendado que a população fique em casa para evitar que o vírus se propague, as incertezas geram o medo, o desemprego, a crise econômica, a dor, a angústia, o luto e a solidão.  Diante de tantas mudanças e dificuldades que estamos passando, o importante também foi o cuidado com o psicológico.

Em Alegrete, este foi um tema abordado diversas vezes pelo PAT. Profissionais da área da saúde, como psiquiatras e psicólogos, fizeram inúmeras ponderações sobre cuidados e prevenções. Mesmo assim, um dos fatos recorrentes e que há tempos vêm sendo debatido são as tentativas de cometer algo contra a própria vida, principalmente, no que se refere à Ponte Borges de Medeiros.

Essa é uma situação que tem preocupado o setor de videomonitoramento da Prefeitura. Há mais de quatro meses, o trabalho tem sido 24h.  O coordenador da sala de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública, Mobilidade e Cidadania, Uiliam Rodolfo Lopes Almeida, destacou que neste período, no mínimo duas vezes no mês eles acionaram a Brigada Militar em razão de pessoas que eles identificaram em atitude suspeita na Ponte Borges de Medeiros. “Através do sistema de videomonitoramento, durante às madrugadas, já auxiliamos e fomos responsáveis por acionar os órgãos de segurança e, assim, evitamos tragédias familiares, pois famílias iriam sofrer pela perda daquela pessoa que teve uma segunda ou até terceira chance”.

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Uillian que está à frente do SIM(Sistema Integrado de Monitoramento), completa avaliando de forma muito positiva esse trabalho realizado através do videomonitoramento, uma proposta feita por ele após o conhecimento do elevado número de ocorrências nas madrugadas. Ficou comprovado que o sistema pode auxiliar. Desta forma, situações relacionadas com trânsito, como acidentes, indivíduos em atitudes suspeitas, entre outros, estão sendo acompanhadas elas câmeras do local. Também em caso de pessoas que precisam de alguma imagem, é solicitado via protocolo e esta é repassada ao setor de investigação da Polícia Civil.

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O coordenador cita que são 20 pontos de câmeras de alta resolução que realizam o giro de 360°C, 74 câmeras fixas em prédios, direcionadas para rua e mais oito câmeras que fazem parte do Alegrete Mais Segura que é uma parceria da Dfensul com empresas. No total são 102 câmeras que são acompanhadas 24h, um trabalho com resultados muito positivos nos últimos meses auxiliando na segurança do Município e salvando vidas.


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