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Salas tomadas por mofo requerem manutenção urgente na Câmara de Alegrete
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O pedido do então vereador, Moisés Fontoura, no final do mandato ainda como presidente da Câmara de Vereadores para que seja construída uma nova sede do Poder Legislativo, na zona leste, gerou uma série de críticas da comunidade.

O pleito é dos servidores, visto que o prédio é bem antigo e existem salas no prédio da Rua Vasco que estão insalubres.

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A reportagem ao visitar a casa, no dia 12 de janeiro, percebeu o quanto as salas do térreo onde atendem setores burocráticos da Câmara estão em péssimas condições.

A umidade que se infiltra, sempre que chove, deixa as paredes mofadas e com forte cheiro como é o caso da sala onde funciona a assessoria jurídica da Câmara. Sem condições de ficar nesta sala, a advogada teve que sair do local e atender, temporariamente, no plenarinho.

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Na sala das comissões e da administração, logo na entrada da Câmara a situação também é  preocupante. Além das paredes tomadas pelo mofo e reboco caindo, a umidade fez estourar todas as tomadas de uma das salas.

O pessoal da limpeza passa água sanitária, mas pouco adianta, porque o problema já e crônico comentaram alguns servidores.

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A atual presidente, vereadora Firmina Soares, diz que a situação é real e vão fazer um estudo de como tratar este problema, visto que o prédio é antigo e os servidores precisam ter espaços adequados ao seu trabalho. Ela informa que até a sala da presidência tem goteiras e infiltração.

Vera Soares Pedroso


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