
Segundo o presidente da Famurs e prefeito de Barra do Rio Azul, Marcelo Arruda, os valores somam mais de 300 milhões e representam cerca de 20% do orçamento das cidades.
Sonho de fazer de Kombi-Home o lar de uma família esbarrou em problemas mecânicos em Alegrete
Só o Município de Alegrete vai deixar de arrecadar para o próximo orçamento 20 milhões de reais, uma queda considerável de repasse de ICMs do Estado à Prefeitura.
A Marcha dos Prefeitos na próxima semana, 2 e 3 de julho, deve servir para dar intensidade ao pedido e fazer com que o pleito chegue ao Congresso Nacional. “Todos os anúncios que vieram até agora ajudam, mas não estão vindo na intensidade que os municípios e a sociedade precisam”, afirmou Arruda, durante o Tá na Mesa desta quarta-feira, promovido pela Federasul. Todos 497 prefeitos gaúchos estarão representados, sendo que 300 irão pessoalmente a Brasília.
Segundo Arruda, alguns ‘gargalos’ estão dificultando que o dinheiro chegue nos caixas das prefeituras. Por isso, enfatizou que o ideal seria que os recursos fossem direcionados diretamente aos municípios, de forma “livre e fácil, sem plano de trabalho e sem amarras”. Desta forma, evitaria que situações como a do Vale do Taquari em que a enchente “foi em setembro (de 2023), mas as casas só estão ficando prontas agora”.
A resposta do governo federal de prorrogação, para até 12 de julho, para que os prefeitos cadastrarem as famílias no auxílio reconstrução era o segundo pedido “emergencial” dos prefeitos e foi anunciada na terça-feira.
Com informações da FAMURS RS