Resposta rápida: Brigada Militar prende suspeito de ataque que matou jovem e deixou outra vítima em estado grave

Policiais iniciaram as buscas imediatamente após o chamado sobre duas irmãs baleadas e localizaram o suspeito poucas horas depois, com a arma que teria sido utilizada no crime

A rápida e determinada atuação da Brigada Militar foi fundamental para a localização e prisão, poucas horas após o crime, do homem apontado como autor dos disparos que mataram Ana Cristina Pinheiro Milano do Canto, de 20 anos, e deixaram a irmã dela, de 29 anos, gravemente ferida. O ataque aconteceu na madrugada deste domingo (4), em uma residência no bairro Assumpção, em Alegrete.

Desde os primeiros minutos após o chamado informando que duas mulheres haviam sido baleadas, os policiais militares mobilizaram equipes e iniciaram as buscas pelo suspeito. A partir das informações obtidas no atendimento da ocorrência e do trabalho realizado pelas equipes, a Brigada Militar conseguiu avançar rapidamente na identificação e localização do homem, no bairro Praça da Lagoa.

O resultado da ação veio poucas horas depois: o suspeito, de 23 anos, foi localizado e preso ainda durante a manhã. Com ele, conforme informações preliminares, estava a arma que teria sido utilizada no ataque.

A atuação dos policiais, desde o primeiro atendimento até a localização do suspeito, foi marcada pela rapidez na resposta e pela continuidade das buscas diante da gravidade da ocorrência.

Ana Cristina Pinheiro Milano do Canto tinha 20 anos, foi uma das duas vítimas atingidas pelos disparos dentro da residência.

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Segundo as informações do atendimento da ocorrência, Ana Cristina foi atingida por disparos na região do olho esquerdo. Ela recebeu atendimento e foi encaminhada à Santa Casa de Alegrete, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.

A morte de Ana Cristina provocou comoção e registrou o primeiro feminicídio em Alegrete, neste ano, conforme os dados iniciais da ocorrência.

A irmã de Ana Cristina, de 29 anos, também foi atingida durante o ataque. Ela sofreu ferimentos no lado esquerdo do maxilar e na perna esquerda e foi socorrida e encaminhada para atendimento médico. O quadro foi considerado grave.

As duas estavam dentro da residência quando foram atingidas pelos disparos.

Segundo informações preliminares, uma testemunha teria visto o suspeito deixando o imóvel após o ataque. Durante a fuga, essa pessoa tentou interpelá-lo e o homem teria efetuado outros três disparos em sua direção, sem atingi-la.

Suspeito é soldado do Exército

Conforme informações preliminares obtidas durante a apuração, o homem preso é soldado do Exército Brasileiro e teria mantido um relacionamento com Ana Cristina. Os dois teriam terminado o relacionamento e, antes do ataque, devido a um desentendimento.

Ainda de acordo com as informações preliminares, o suspeito teria ido até a unidade militar onde é soldado e subtraído uma pistola calibre 9 mm.

Na sequência, se deslocou até a residência onde Ana Cristina estava com a irmã. A suspeita é de que ele tenha entrado no imóvel pela parte dos fundos e efetuado os disparos contra as duas mulheres. A dinâmica e a motivação do crime ainda serão esclarecidas pela investigação.

Prisão após mobilização imediata

O trabalho realizado pela Brigada Militar merece destaque pela velocidade da resposta. Em uma ocorrência de extrema gravidade, envolvendo duas vítimas e um suspeito armado que havia deixado o local, os policiais mantiveram as buscas até chegar à localização do homem, no bairro Cidade Alta.

A prisão poucas horas depois do crime e a apreensão da arma que teria sido utilizada no ataque representam o resultado da mobilização das equipes que atenderam a ocorrência e deram sequência às buscas.

A ação policial permitiu localizar rapidamente o suspeito e retirar de circulação um homem apontado como autor de um crime cometido com arma de fogo.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá esclarecer as circunstâncias do crime, a origem da arma, a dinâmica do ataque e a motivação. O homem de 23 anos foi preso e permanece à disposição da Justiça. O crime é o primeiro feminicídio registrado em Alegrete em 2026.

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